quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Reinventando a vida a dois

Gostei tanto deste texto que li no blog Mamíferas que publico aqui para que vocês possam também desfrutá-lo.


Reinventando a Vida a Dois

Hoje em dia, quando ouço alguém falar em ter um filho para 'recuperar o casamento', ou 'segurar o marido', eu rio sozinha. Rio, porque sei por experiência própria o quanto essa idéia é absurda. Ter um filho muda tudo na vida de um casal. Absolutamente tudo. Muda tanto, e exige tanta capacidade de adaptação, que hoje eu costumo dizer que acontece ao contrário: um casal só resiste ao nascimento de um filho, só permanece junto depois desse furacão, se a relação estiver muito forte, sólida, se o amor for imenso e absoluto, se houver disposição e muita, mas muita vontade de ficar junto. Depois que o bebê nasce, as prioridades são outras, as preocupações também. Dali por diante, é inevitável que uma boa parte das conversas gire em torno de temas como se engatinhar é importante ou se é melhor andar de uma vez, se dez fraldas por dia é um número razoável, se o bebê colocar todo o leite pra fora depois da mamada é normal ou se é melhor ligar para a pediatra, entre outras coisinhas que, de absolutamente desconhecidas, passam a ser importantíssimas quando recebemos nossos filhotes no mundo. O ritmo da casa também muda, e muito. O casal que podia esticar do trabalho para um cineminha, e do cineminha para um jantar, e do jantar para um motel, chegando em casa de madrugada sem pressa, afinal sábado é dia de desligar o despertador, passa a ter uma rotininha enlouquecedora, que varia sim, mas sempre em função dos horários e necessidades daquele serzinho tão apaixonante: o bebê. Com o dia-a-dia de troca de fraldas, acordadas noturnas, finais de tarde chorosos, adaptações e descobertas mil, falta tempo para momentos a dois, para o namorico descompromissado no sofá da sala, para o banho demorado a dois, para o papo gostoso sem hora pra acabar. E o romance? Via de regra, quando começa a pintar um clima, lá vem um chorinho pedinte que não dá pra ignorar. E lá vamos nós, acalmar o pequenino, pra depois, quem sabe, tentar começar tudo de novo. Isso, se o cansaço permitir, e o parceiro não estiver a essa altura desmaiado na poltrona da sala. Quando o bebê chega, é preciso triangular a relação. Não é só você para ele e ele pra você, o tempo todo. Há uma terceira pessoinha que demanda toda atenção e todo cuidado do mundo, e nem todo casal sabe lidar com isso. Surgem carências, disputas de afeto, vazios, necessidades não-satisfeitas. E aí, não tem jeito. Só com muita conversa e coração aberto é que a gente dá conta de se reorganizar, descobrindo novos caminhos e novas possibilidades. Quando nasce o bebê, nasce também uma família. Não dá pra achar que vai ser possível levar a vida de antes, dedicar-se ao parceiro da mesma maneira, cultivar o relacionamento na mesma intensidade. Não dá.Mas vale a pena parar pra pensar que diferente não é necessariamente pior. Apenas diferente. Se o casal se permite libertar dos anseios passados e abrir-se para a nova realidade, pode descobrir que a vinda de um filhote potencializa o amor, reinventa, redescobre. É incrível como a gente pode se apaixonar de novo, com mais intensidade do que da primeira vez, quando vê o parceiro trocando um olhar de ternura com aquele bebezinho tão pequeno, quando flagra uma troca de sorrisos sinceros, quando acorda no meio da noite e dá aquela olhadela no soninho conjunto. Tem que ter tolerância, paciência, tem que cultivar os momentos possíveis a dois, tem que aceitar que algumas coisas se perderam definitivamente. Só quando a gente aceita isso, é que se abre pra ver o tanto de coisa que a gente ganhou. E acredite, a troca é mais do que justa. E lembre-se, seu bebê não será recém-nascido para sempre, não terá um ano para sempre. Essa fase passa, mais depressa do que a gente imagina. E logo começam a aparecer de novo as oportunidades de um cineminha numa noite de sexta-feira, um almocinho a dois com mais tranquilidade, uma viagenzinha em que o filhote fica com alguém de confiança, e feliz da vida. Como em tudo na vida, vale a pena curtir o momento. Quando um bebê nasce, é o momento de descobrir e desvendar essa vidinha a três (ou quatro, como foi o nosso caso, ou cinco, como vivenciamos agora, rsrs). E quanta maravilha essa vida tem para nos mostrar!E quando menos esperarem, vocês serão dois de novo. Mas não como eram antes. Não, a coisa mudou, e mudou para melhor.  Porque de dois, vocês se tornaram um.

domingo, 25 de setembro de 2011

Carregando o bebê

Comprovadamente, nas culturas orientais ou mesmo indígenas, os bebes choram apenas alguns minutos por dia contrastando com os bebés ocidentais, que choram várias horas por dia.. isso contribuí para o cansaço e ansiedade tanto do bebe quanto da sua família, em especial sua mãe…
Através do tocar e do cheirar que os bebes estabelecem o seu contacto com o mundo, que criam os laços afetivos, estabelecendo a base do relacionamento com os seus pais e os que o cercam. Amamentar, pegar no colo, conversar, cantarolar, embalar, confortar são algumas das várias ações fundamentais para o fortalecimento do vínculo afetivo.
Cada vez que carregamos o bebê junto a nós, criamos a oportunidade de praticar e aprofundar a nossa relação e intimidade com ele!
Nossa sensibilidade, percepção e entendimento das suas necessidades aumentam na medida em que o contato é próximo e constante.





Fonte: Koladinho slings

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Canjinha no menu

CANJINHA COM ARROZ INTEGRAL

Ingredientes

Arroz integral 7 grãos (Ritto Cereais)
Frango desfiado
Abóbora japonesa
Repolho
Linhaça
Aveia em flocos
Azeite
Gersal ou sal

Modo de Fazer

Cozinhe o frango e desfie. Em seguida refogue o frango no azeite com uma pitada de Gersal ou sal, acrescente o arroz, a aveia e a linhaça. Torre um pouco e cubra tudo com água. Deixe cozinhar em fogo médio, acrescente água de necessário.
Quando o arroz estiver quase cozido acrescente a abóbora picadinha e o repolho.
Cozinhe tudo até ficar uma consistência pastosa.

Voilá!!!!

Acertando as Papinhas

Fiquei muito tempo com dificuldades para fazer as papinhas da Manu. Ainda bem que ela só começou realmente a comer quando eu acertei a mão.
Manu nunca gostou de Papinhas muito molinhas, sempre queria alguns pedacinhos. Assim, nesse e nos próximos posts vou compartilhar algumas papinhas que fizeram sucesso por aqui.

PAPINHA DE ARROZ CATETO E CARNE

Arroz cateto, abobrinha, cenoura, aveia em flocos, linhaça dourada e carne moída. Temperado com Gersal e refogado no azeite.

Modo de fazer:

Refogue a carne moída no azeite e uma pitada de Gersal. Doure a carne e acrescente o arroz, a cenoura picadinha, o gergelim e a aveia. Em seguida cubra com água.
Cozinhe um pouco com a panela semi tampada e se necessário acrescente mais água.
Por último acrescente a abóbora picadinha.
Cozinhe até ficar com uma consistência pastosa e começar a agarrar no fundo.

Bom apetite!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Dica sustentável

Taí uma boa Dica Sustentável

Reutilizar as tampas de plástico das pets!
Magnífica idéia, assim não precisamos de pinças ou as fitinhas do pão de forma.
Como fechar um saquinho plástico de forma hermética?

Cortar uma garrafa pet
e conservar o gargalo e a tampinha; como nas fotos a seguir.


Passar a abertura do saquinho plástico por dentro
da boca do gargalo e a br i-lo para que fique como uma anágua,
a seguir feche com a tampa, para lacrar.


A rosca da garafa é hermética,
portanto não entrará: humidade, contaminantes, nem as formiguinhas tão incômodas.
O segredo está no gargalo e a tampa!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Tornar-se Mãe

Nomeei esse post com Tornar-se Mãe porque acredito que o fato de engravidar, ter o filho e dar o seu melhor para cuidar dele não seja Tornar-se Mãe. Se apropriar da função Materna é deixar a sua menina interna morrer e renascer a Mãe, a cuidadora, a Maternal.
Sempre tive dificuldade para isso, talvez pelo fato de ter perdido minha mãe quando nasci, talvez por ter sido criada por pessoas que não estavam prontas para serem mães e cuidarem de mim, não vou poder afirmar, mas o fato é, para mim era difícil ficar bem, ver o real, estar presente com minha filha, ter opções.
Com a sacudidela que tomei logo no final do ano passado (morte da minha irmã que me criou) e com todo o processo do pós parto, tenho seguido nessa busca, na busca dessa Mãe interna que está dentro de mim, essa Mãe que servirá de espelho para minha filha, essa Mãe adormecida que foi amordaçada com as dores da vida. Sinto que é essa Mãe que as mulheres entram em contato quando vivem as dores do parto, infelizmente não pude passar por este processo, mas fico feliz de poder estar despertando-a.
Hoje, ainda dolorida, porém mais forte sinto prazer em fazer as coisas, prazer este que não sentia...sinto vontade de CUIDAR, cuidar da minha casa, cuidar do meu marido, cuidar da minha filha, cuidar de mim. As tarefas não me parecem mais pesadas, são simplesmente tarefas e isso me dá prazer e motivação. Minha MÃE está de volta!
Agradeço a cada uma das Mães que participam da minha vida, simplesmente por existirem, por tentar fazer suas vidas melhores, seu mundo melhor e por contribuíram comigo nesse meu processo.
Às MÃES/MATERNAS que conheço pessoalmente, meu muito obrigado por compartilharem comigo suas dores e também suas vitórias, as que não conheço e me mandam e-mails, posts, comentários também!
Sigo em frente com a certeza de que agora estou me tornando MÃE de verdade, nesse momento de angústia de separação, onde minha filha olha para mim e diz Mon, Mon, Mon e toca no rostinho dela e diz Nenê, Nenê, sinto que realmente isso não há ninguém que me tire.
SOU MÃE!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Lembrançinhas de Maternidade e enfeites de porta

Enquanto esperava Manuela chegar uma das coisas que curti muito fazer foi procurar as lembrançinhas e o enfeite da porta do quarto na Maternidade.
As lembrançinhas tem muitas opções, cada uma mais linda que a outra e para todos os bolsos, mas confesso que o enfeite da porta foi difícil encontrar um que me agradasse, mas encontrei.
Acabei fazendo as lembrançinhas e uma agenda do bebê tudo no mesmo lugar. Indico o Atelier Lemes Arte, pela qualidade, capricho, carinho e pontualidade com que foram feitos.

Confiram: